Parte - 31
*Na sala do delegado, estava ele presente; mais Vinicius, e o quarteto da justiça.
Delegado - *Ordena ao carcereiro ajudado por dois policiais a trazerem, Alfredo mais os outros comparsas, para fazer uma acareação entre eles* Você Alfredo quer falar sem maiores aborrecimentos, ou vai deixar agente soltar a sua língua?
Alfredo – Como posso falar alguma coisa, se eu
não sei de nada!...
Vinícius – (Olhando para fixa dos demais presos) E você
Barbosa, o que você pode me dizer a respeito dessas notas falsas, e qual o envolvimento de vocês nesta trama toda?
Barbosa – Pra dizer a verdade, eu mais os meus
amigos aqui só cumprimos ordens dele, o que ele manda fazer nós fazemos, mas
não sabemos nada da sua vida particular; somos pagos pra isso; a origem desse dinheiro
falso, não podemos dizer nada.
Vinícius – Não sabem ou não podem dizer, pra
não se comprometer com a organização?
Barbosa – Não doutor não sabemos mesmo, como
disse; somos apenas empregados dele, mas o que ele faz não é do nosso
conhecimento.
Vinicius – Bom!.... Você me parece sincero;
mas se eu descobrir que você está me enganando será muito pior pra vocês, esta
é a oportunidade pra vocês falarem o que sabem; depois você poderá se arrepender
se descobrirmos o envolvimento de vocês!...
E você Alfredo Será muito melhor pra você cooperar, você conhece as leis
e sabe muito bem, que poderá ser beneficiado, se ajudar
Alfredo
– Tudo o que sei vocês também já sabem, você falou muito bem quando disse que
entendo de leis, e falou certo; assim sendo a lei me favorece ficar calado, como
eu não posso advogar a meu favor quando chegar à hora certa o advogado que
assumir meu caso, falará por mim, a lei me favorece também escolher quem me
defenderá, e pra isto tenho que ligar pra ele, é direito meu.
Vinícius - Tudo bem!... Carcereiro conduza
este elemento à sala de telefones, mas não o perca de vista, leve também os
outros pras suas celas, é perda de tempo insistir com eles; se não querem falar
vão pagar pelos seus chefes; deixe o Alfredo falar com seu advogado, mas não
vire as costas pra ele.
*Na área destinada a telefones*
Carcereiro - Porque veio parar aqui?
Alfredo - Hichi... Rapaz; é uma longa história, mas vamos ter tempo pra nos conhecer melhor, ai, eu te conto tudo.
Carcereiro – Quem sabe eu posso te ajudar,
se!...
Alfredo
- Se o que? Dá pra me explicar melhor,
qual é o seu preço?
---- EJO ----- Continua


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