PARTE
--- 21
Ao
notar a presença da policia, não teve nenhuma dificuldade em fugir, mesmo
depois de ouvir o estampido do tiro que atingira seu filho.
Depois
desta fuga sem rumo; sendo ele tarimbado nesta área de maldade, veio logo em
sua cabeça que seus comparsas iriam dar com a língua nos dentes, pois naturalmente iriam passar por ameaças forçando os os a confessar; assim ele
entendeu que precisava passar uma boa temporada longe de casa e de suas
redondezas*
*Mais
tarde na casa do senhor Gaspar*
*O
telefone toca, Raquel atende* Eu gostaria de falar com a senhorita Raquel.
Raquel
-- Pois não, quem gostaria?
Secretária
do hospital -- Aqui é do hospital do pronto socorro.
Raquel
-- *Assustada* Mas, a esta hora? O que aconteceu? Tem alguém de nossa família
aí?
Secretária
-- Tem um paciente baleado aqui no hospital, e a única identidade dele é o
número de seu telefone e seu nome, mais nada, imaginamos ser seu parente.
*Jamais
Raquel poderia imaginar quem seria esta criatura, pois o seu telefone, ela sempre
passava para seus amigos.
E
em sua mente começa formar uma lista dos nomes para os quais ela havia passado
o seu numero, foi eliminando um por um até que se deparou com o nome de
Ricardo*
Raquel
-- Será possível que é o Ricardo, será uma bala perdida? A poucas horas ele
estava aqui comigo, como pôde acontecer?
*Entra
em desespero e chama seu pai que já estava dormindo* Pai, pai, eu preciso que o
senhor me leve ao pronto socorro, agora.
Sr
Gaspar -- O que foi minha filha, que desespero é este?
Raquel
-- O Ricardo papai, ele foi baleado, deve ser uma bala perdida.
Sr
Gaspar -- Minha filha, tenho minhas dúvidas, sendo ele filho de quem é, você
pode esperar pelo pior, como você foi se meter com essa gente, a fama deles não
é bem vista em lugar nenhum.
Raquel
-- Papai, não podemos sair por aí julgando as pessoas, a nós nunca fizeram
nenhum mal, e sobre tudo ele é nosso próximo, não podemos perder tempo aqui
discutindo, vamos que ele pode estar precisando de nossa ajuda.
*Raquel
se dispõe em ajudá-lo, pois o que falava mais alto era o seu verdadeiro
sentimento.
E
a cada dia que se passava desde o primeiro dia que se conheceram, mais
apaixonada se sentia e não parou para pensar nas possíveis conseqüências.
Chegando
ao hospital, procura saber o seu estado, que logo de imediato lhe foi passada
todas as informações.
Constatando
a necessidade urgente de sangue; segundo o seu tipo sanguíneo, logo veio em sua
mente uma pessoa amiga e muito especial
Que
era exatamente o namorado de sua irmã; um bom cristão e de muito boa vontade;
que logo quando soube da noticia veio imediatamente, em socorro a pedido de sua
amiga e futura cunhada*
---- EJO ---- Continua

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