Não podemos mostrar indiferenças com ninguém, pois todos somos criaturas do mesmo criador.
Se
precisamos de ajuda temos que procurá-la, também se formos procurado para
ajudar, temos que dar tudo de nós dentro de nossas possibilidades para ajudar a
quem nos procura.
Somos frutos do amor e somos feitos para amar e respeitar nosso próximo.
Deixá-lo só com seus problemas e ignorá-lo sem pelo menos não nos importar em ajudar naquilo que nos é possível.
Estamos fugindo dos mandamentos de nosso Deus, que é colaborar uns
com os outros.
Ninguém de nós vivemos
exclusivamente para si mesmo; temos que pensar nos outros também, se recebemos de
Deus a capacidade de amar foi para que amemos uns aos outros.
Como posso estar em paz com
minha consciência e com Deus, se não dou atenção para meus irmãos necessitados,
se estou a par de seus sofrimentos.
Se tenho o verdadeiro amor,
o amor que vem de Deus; se tenho o meu coração em paz e convicto das verdades
do evangelho; se minha vida está dentro dos padrões do ensino da sua palavra.
Então estou pronto para
ajudar, amar e respeitar o meu próximo e eliminar todo individualismo que
porventura ainda exista dentro de mim, e assim estarei pronto para testemunhar e
glorificar o Santo nome do meu Deus.
“IDE E PREGAI”
PARTE ---- 87
Festo queria que Paulo fosse para
Jerusalém para ser julgado lá, perante ele e perante os que queriam a sua
morte.
Paulo disse a Festo:
Estou perante o tribunal de César, onde convém
que eu seja julgado; eu não fiz nada de agravo aos judeus, como tu mesmo sabes.
Se fis algum agravo ou cometi alguma
coisa digno de morte, não recuso a morrer.
Mas se nada há que podem provar das
coisas que me acusam, ninguém pode me entregar a eles, se isto acontecer eu
apelo para César.
Festo, se reúne ao conselho, logo
depois traz a decisão acertada.
Muito bem, se queres ser julgado por
César, por César será julgado.
Depois disto, Paulo foi novamente
levado para sua cela.
Passado alguns dias, o rei Agripas
acompanhado de sua esposa Berenice veio a Cesárea, para trazer a Festo o seu
manifesto de saudações.
E ficaram ali alguns dias, e em suas
conversações, com Festo, foram
informados da presença de Paulo.
E das condições pelas quais fora
recluso a prisão, dizendo: um certo varão foi deixado preso aqui por Félix.
E os judeus vieram a mim em Jerusalém
pedindo a sua sentença, respondi aos judeus que não era costume dos Romanos entregarem
alguém a morte.
Sem que o acusado tenha os seus
acusadores em sua presença para que possa se defender das acusações.
Porém tinha contra ele, algumas
questões a respeito de sua superstição, a respeito de um tal Jesus que havia
morrido e que foi ressuscitado, e que Paulo afirma e confirma que está vivo.
Tudo quanto Festo havia falado no
tribunal aos judeus que estavam acusando Paulo, ele contou ao Rei Agripas.
---- EJO ----- Continua

Nenhum comentário:
Postar um comentário