----- O desespero de Hamã -----
Hamã, revoltado e enojado com tanta humilhação, retirou correndo para sua casa, com a cabeça encoberta, pra cobrir um pouco a sua vergonha.
Chegando em casa faz um relatório para sua mulher e seus amigos de tudo o que havia ocorrido, que foi logo alertado por eles.
Se perdeu seu crédito diante de Mardoqueu, e de quem já começaste a cair, não prevalecerá diante de toda a comunidade; saiba, não terá nenhuma chance contra eles, e certamente cairá aos seus pés.
Enquanto Mardoqueu discutia o assunto em família, chegam os eunucos enviado do rei e leva-o a sua presença a participar do tal banquete que Ester havia preparado anteriormente, lá na casa do vinho; o rei já havia prometido a rainha Ester, que faria cumprir todos os seus desejos.
E no segundo dia do banquete na casa do vinho, o rei torna a se lembrar das promessas feitas e para memorizar bem tudo quanto havia prometido.
Pergunta de novo a Ester; tudo que gostaria que o rei fizesse por ela, e confirmando cada pedido feito por ela, como também a promessa de dar a ela metade de seu reino.
A petição de Ester foi a favor de sua própria vida como também a de seu
povo, como requerimento prometido pelo rei.
Ester expõe todas as dificuldades, e perseguições que Hamã estava causando a ela e a seu povo; depois de relatar todo sofrimento, o rei se compadece e procura saber quem seria o causador de tanto sofrimento.
Mais que depressa Ester aponta para Hamã, e diz: o homem, o opressor, e o inimigo é este mau Hamã.
Mediante a acusação, Hamã fica desorientado, perante o rei e a rainha; e depois de ouvir todas as acusações contra ele, o rei se revolta, e fica indignado, e se enche de furor; e sai do banquete para pensar no jardim, o que faria com Hamã.
Hamã, vendo que sua situação não estava favorável, se levanta de sua
cadeira, e se humilha perante Ester rogando por sua vida.
Porque viu que já não tinha como voltar atrás, o mal já estava feito, e sentiu que o rei já determinara a sua sentença.
Quando o rei volta de sua meditação no jardim do palácio, à casa do banquete do vinho; Hamã havia caído prostrado sobre o leito onde Ester estava.
Com palavras duras o rei chama a sua atenção; porventura quererias também forçar a rainha perante mim nesta casa?
Quando Hamã ouviu estas palavras, entendeu que acabara de complicar ainda mais a sua situação de diante do rei; e envergonhado procura cobrir o rosto.
Para complicar ainda mais a sua situação, o eunuco que estava servindo a mesa, lembra ao rei que a forca de cinqüenta côvados de altura, que Hamã havia preparado para Mardoqueu, que antes teria livrado o rei das armações de seus dois eunucos rebeldes, estava pronta e bem perto de sua residencia.
--- EJO ---- Continua

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